MPPE realiza contingenciamento de despesas
O procurador-geral de Justiça de Pernambuco (PGJ-PE), Francisco Dirceu Barros, ao lado do secretário-geral do Ministério Público (SGMP), Maviael de Souza Silva, tem promovido uma série de ações buscando o cumprimento das determinações do Plano de Contingenciamento de Despesas (PCD-MPPE).
“São medidas duras, mas necessárias. As ações de economicidade estão em diversas áreas e estamos considerando várias possibilidades de atuação”, disse o procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros.
“O desafio do Ministério Público neste momento de crise é o de continuar a prestar à sociedade pernambucana um serviço de qualidade, mantendo seus serviços administrativos funcionando sem interrupção, com o pagamento dos salários, podendo até pensar em continuar realizando investimentos. No entanto, nossa maior preocupação são as pessoas e a execução dos relevantes serviços que o MPPE presta à sociedade, uma vez que atuamos nas áreas de segurança, defesa da cidadania, proteção das pessoas, entre outras”, disse o secretário-geral do MPPE, Maviael de Souza Silva.
Os principais contingenciamentos foram realizados na área de investimento, que compreende a aquisição de bens e realização de benfeitorias. “O orçamento de investimento na área de tecnologia, por exemplo, conseguimos uma redução no valor estimado de R$ 3,3 milhões, já em outras despesas correntes redimensionamos contratações em ações identificadas como consultoria técnica, reduzindo investimento de um valor estimado de R$ 2,2 milhões”, disse a assessora Ministerial de Planejamento e Orçamento, Sueli Nascimento.
Foram realizados, ainda, renegociação dos contratos de aluguel, nos contratos de locação de veículos, bem como no gasto com combustíveis. “Depois de uma análise para o compartilhamento de veículos e um rigoroso recolhimento de frota, conseguimos uma redução de 80% do consumo de combustível, se compararmos ao mesmo período do ano passado, resultando em uma economia de três meses estimada em R$ 270 mil. Já no aluguel de carros, conseguimos negociações que vão de 10% a 50% e, em três meses, teremos uma economia de R$ 265 mil”, disse o coordenador ministerial de Administração, coronel Dennys Lima. Ainda segundo ele, as ações de economicidade na Coordenadoria irá resultar em uma redução total de R$ R$ 535 mil.
Na área de Segurança Institucional, foram realizadas reduções, principalmente, no Programa de Jornada Extra de Segurança (PJES), com um corte inicial de R$ 166, em abril, e mais cerca de R$ 500 mil, em maio. “Implementamos escalas de plantão e supervisão dos profissionais de segurança para conseguirmos cumprir as metas de contingenciamento. Ainda assim, estamos revisitando e reavaliando cada uma das estruturas de segurança dos prédios da capital e do interior, como sempre fizemos investimentos em segurança eletrônica e orgânica em nossos prédios, foi possível reduzir os custos mantendo a garantia de uma estrutura satisfatória de proteção”, disse o assessor ministerial de Segurança Institucional, o tenente-coronel André Luiz Freitas.

























