Após terem assinado um artigo conjunto na “Folha de São Paulo” em defesa da fusão dos seus partidos, os presidentes nacionais do PSB e do PPS, Carlos Siqueira eRoberto Freire, respectivamente, já estão admitindo que o “casamento” não irá prosperar.
Segundo eles, a tese da fusão começou a perder força depois que a Câmara Federal manteve as coligações em eleições proporcionais e aprovou uma cláusula de barreira branda que não ameaça a sobrevivência de nenhum dos dois partidos.
Carlos Siqueira admitiu que a resistência do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e do prefeito do Recife, Geraldo Júlio, à tese da fusão também influenciou para a desaceleração das negociações.
Por causa disso, o congresso extraordinário do PSB que estava marcado para o próximo dia 20 não deverá mais se realizar.
Já o deputado Roberto Freire responsabiliza o PSB pela desaceleração e disse que se dependesse do PPS o casamento se consumaria.

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