ADEUS, VANA PRESIDENTA!
“Quem aos céus quer subir e as nuvens quer pegar, as estrelas estão sorrindo da queda que vai levar!” Ou sede à vontade do povo ou cai (José do Patrocínio, abolicionista, negro, filho de uma alforriada). A Presidente Dilma Vana Rousseff julgando ser perto o céu, embarafustada, de forma desordenada, impetuosa, querendo imitar a arrogância de Luis XIV, Rei de França, conhecido por Rei-Sol, com sua célebre frase: L’Etat. cest moi (O Estado sou eu).
Os seus editos desembestados, intempestíveis e de conduta consciente levaram-na ao calvário político juntamente com o seu PT (Partido Tramoeiro) cujo sepulcro desprovido de condolências e exéquias por terem espoliado sem clemência à nação brasileira, causando uma dor plangente, deleitando-se nos gemidos e choros principalmente de mais de onze milhões de patrícios desempregados à beira da fome, graças às malfadadas pedaladas fiscais e os desventurados decretos suplementares criminosos, infringiram a dignidade e a honra pátria, desdenhando assim as súplicas dos incautos, humilhados, excluídos, enquanto o Partido Vermelho, egoísta com os seus acólitos da seita petista, marmiteiros de plantão, enchendo a pança nadabescamente sem a menor cerimônia. Por isso e por outras razões delitivas incorridas, a Presidenta Vana sentirá o ardor do impeachment constitucional tramitado na Câmara dos Deputados, portanto, dentro da legalidade, e, caso houvesse sombra de Golpe caberiam aos defensores da Presidenta Dilma tomar providências em tempo hábil junto ao Supremo Tribunal Federal. Logo, o álibi de Golpe, desestabilizando o Estado Democrático de Direito é uma arrumação feiosa que não prospera. É mais salutar aceitar a culpa vergonhosa, desembarcando-se da mamata. “Quem ganha mais do que come, sempre come o pão de alguém!”
A mala de despedida da Presidente Dilma já está pronta, desgrudando-se assim a gestora do poder nefasto, pois, o poder no regime democrático é do povo quem tem a força para destituir àquele que o maltrata
e não lhe ouve, agindo arbitrariamente, ferindo, sobretudo, os princípios que coroam o Direito Administrativo, julgando possuir sob os pés a escritura vitalícia do poder público. “O sapateiro não deve ir além da sola!”
Somente restam aos desobedientes derramar prantos no além e fazerem reflexão das mazelas, travessuras e estripulias insensatas que cometeram, e, inclusive as zombarias e farras homéricos que fizeram em Brasília para desmoralizar e extinguir sumariamente as polícias do nosso país essencialmente a Polícia Militar.
Outrossim, chamo a atenção das forças de segurança quanto a ousadia que eles têm, sendo capazes de não concordar com a derrota, resistindo em não entregar o governo, confiante em um tal exército citado por Lula, não o Exército Glorioso de Caxias, bem como a incorporação da massa proletária lunática, seguidora, sendo sintomáticas as mecenas protetoras e atuais deste governo que está à beira do cadafalso patibular.
“Se não tens força, nem originalidade para renovar um assunto gasto, é melhor que ti cales e ti retires.” (Machado de Assis).
Adeus, Vana Rousseff!
Geraldo Dias de Andrade é Cel. PM\RR – Cronista – Bel. em Direito – Membro da ABI\Seccional Norte – Escritor – Membro da Academia Juazeirense de Letras.

























