Eduardo Bolsonaro promove sessão ao ar livre esvaziada de filme que nega a ditadura

Apesar do Dudão se esforçar muito na divulgação, com direito a vídeo nas suas redes sociais, o público foi minguado. Não apareceram nem 40 pessoas na Vila Planalto, em Brasília

Foto: Reprodução

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) resolveu fazer, nesta quinta-feira (7), na Vila Planalto, em Brasília, uma projeção em praça pública de “1964 – O Brasil entre armas e livros”, do Brasil Paralelo, um filme que nega a ditadura militar no Brasil.

Segundo a sinopse, a obra retrata a ditadura militar no Brasil por uma perspectiva alternativa que “revela uma verdade, até então, escondida”.

Apesar do Dudão se esforçar muito na divulgação, com direito a vídeo nas suas redes sociais, o público foi minguado. Não apareceram nem 40 pessoas, conforme se pode ver nas fotos publicadas no Twitter de Guga Noblat.

GugaNoblat

@GugaNoblat

Sessão promovida por Eduardo Bolsonaro na Vila Planalto (DF) para exibir filme que nega a ditadura foi um fiasco, deu menos de 40 pessoas e uma dezena de policiais.

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A projeção, que até a tarde desta quinta-feira não tinha autorização do governo do Distrito Federal (GDF) para acontecer, ocorreu a partir das 19h. A Vila Planalto fica muito próxima do Palácio do Planalto. É um bairro diferente da capital federal, que lembra muito uma cidade de interior e é conhecido por seus restaurantes.

No convite, o parlamentar afirma que o longa-metragem conta a “história do Brasil que desagrada o seu professor de história, que tenta te enviesar ideologicamente para que você acredite apenas no que ele diz, quando, na verdade, a história tem outra realidade”.

O evento é descrito como uma “sessão teste” para um projeto que seria executado em 2020 e chamado de “Cine Brasil”.

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