Revelado pelo Bahia, o Esquadrão de Aço, Deijair denunciou ter sido alvo do ataque. Através de nota, a Federação Bahiana de Futebol (FBF) se manifestou em repúdio ao ato de discriminação sofrido pelo arqueiro. O árbitro Bruno Pereira Vasconcelos chegou a ativar o protocolo antirracismo da Fifa.
“A Federação Bahiana de Futebol vem a público repudiar os atos racistas sofridos pelo atleta do Bahia de Feira, Deijair, durante a partida de ida da semifinal do Baianão Série B, neste sábado (5), no Estádio Alberto Oliveira, em Feira de Santana. A entidade se solidariza com a profissional e o clube, e espera que os autores sejam punidos. A intolerância e o racismo não combinam com o esporte, e a FBF tem o compromisso de combater e lutar contra qualquer tipo de discriminação”, lamentou a federação.
Além da FBF, Bahia e Bahia de Feira também publicaram comunicados de repúdio ao caso. “Racismo é crime, é inaceitável em qualquer circunstância e precisa ser combatido com rigor”, indicou o Tremendão”. “Toda nossa solidariedade a Deijair, goleiro com passagem pela base do Esquadrão”, disse o Esquadrão de Aço.


Dentro de campo, Fluminense e Bahia de Feira empataram por 1 a 1. Além do caso de racismo, a partida foi marcada pela mordida de João Grilo, do Flu, em Patrick, do Tremendão. Os dois acabaram expulsos logo aos 7 minutos da primeira etapa. Além disso, torcedores chegaram a invadir o gramado após o apito final.



























