Festas de Réveillon não têm homicídios, diz SDS-PE; três são presos por reconhecimento facial

Balanço foi divulgado pela Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE), que comemorou o resultado da Operação Réveillon 2026

As festas de Ano-Novo do Recife e na Região Metropolitana não tiveram registros de homicídio. Além disso, três homens foragidos da Justiça foram presos na praia do Pina, Zona Sul da capital, com auxílio de tecnologia de reconhecimento facial.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS-PE) nesta quinta-feira (1º) e fazem parte da Operação Réveillon 2026. Após as prisões, os indivíduos presos foram encaminhados ao sistema prisional do estado.

A operação teve início no último sábado (27/12), e seguiu até esta quinta-feira, na virada para o ano de 2026. Além da capital pernambucana, a SDS-PE reforçou o policiamento nos polos de festa em Jaboatão dos Guararapes, Olinda e Ipojuca.

Além de não registrar homicídios, a SDS-PE também informou que não houve arrastões ou ocorrências de maior gravidade durante o período festivo nos polos.

Ao todo, foram registradas 145 ocorrências, em sua maioria relacionadas a furtos a transeuntes, também de acordo com a secretaria. Não houve registros de roubos a ônibus, porte ilegal de armas ou crimes violentos letais nos polos de celebração.

“O planejamento estratégico e a atuação integrada resultaram em um saldo bastante positivo, com ocorrências de menor potencial ofensivo e sem gravidade”, destacou a secretária de Defesa Social em exercício, Mariana Cavalcanti.

Para a Operação Réveillon 2026, foram empregados 4.538 postos de trabalho. A logística envolveu agentes da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Grupamento Tático Aéreo (GTA) e áreas estratégicas da SDS-PE. O investimento foi de aproximadamente R$ 500 mil em diárias extras operacionais.

Além do sistema de reconhecimento facial, foram utilizadas as câmeras da Plataforma de Observação Elevada (POE), que fazem o videomonitoramento das vias públicas em Boa Viagem, no Recife, e Jaboatão dos Guararapes.

O envio de alertas por meio do Programa Alerta Celular também foi uma das principais estratégias adotadas.

O Grupamento Tático Aéreo (GTA) concentrou suas operações no Recife e em Jaboatão. Foram utilizadas duas equipes de drones, dois aviões para missões aeromédicas e quatro helicópteros de policiamento aéreo.

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