A eliminação do Flamengo na Libertadores e a perda do título da Copa do Brasil foram, sem dúvida, fatores determinantes para a demissão de Jorge Sampaoli cinco meses e onze dias após ter sido contratado para o lugar do português Vítor Pereira.
Mas o que convenceu mesmo o presidente Rodolfo Landim de que a troca imediata era necessária foi o alerta sobre o risco de o clube ficar fora da fase de grupos da Libertadores de 2024. Como os jogadores não se sentiam mais à vontade para trabalhar com o argentino, e a situação na tabela do Brasileiro não é confortável, Landim acabou convencido do movimento.
Por mais dispendioso que seja o distrato anunciado (extraoficialmente) em R$ 9,2 milhões, a tentativa de manter Sampaoli até o final do ano era mesmo bem arriscada. O Flamengo ocupa o sétimo lugar no Brasileiro e se não se classificar à fase de grupos do principal torneio da Conmebol já comprometerá o planejamento para o próximo ano.
A troca no comando não garante presença, ok, mas renova a esperança em dias melhores. As tratativas com Tite evoluíram, mas não o suficiente para convencê-lo a assumir o time já neste Brasileiro, como deseja a torcida…


























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