Vilma Gomes, alegou que a decisão seria ilegal, uma vez que violaria o princípio da paridade de armas entre as partes, ao permitir que a acusação complemente a argumentação fora do momento processual apropriado, o que não foi aceito pela Justiça.
Em março deste ano, Ranulfo Gomes foi condenado a 22 anos e 6 meses de reclusão, além do pagamento de 529 dias-multa. Outros dois réus também foram condenados, na ocasião, por crimes de fraude em licitações, apropriação de recursos públicos e prorrogação ilegal de contratos administrativos.
Em dezembro do ano passado, a Justiça já havia condenado Ranulfo, a 18 anos de prisão, por execução de vantagem ilícita para pessoa jurídica, contratada por um Pregão eletrônico, bem como o desvio de R$ 640.296,00 por intermédio de sobrepreço.
A reportagem procurou a Prefeitura de Cansanção, que não quis se pronunciar sobre o assunto.



























