O esquemão

Segundo o delegado Juliano de Medeiros, responsável pela operação, os desvios ocorreram entre 2015 e 2019. “Foi uma investigação deflagrada pela Polícia Civil que visou combater o peculato, em que verbas públicas eram desviadas dentro de um gabinete parlamentar na Alepe na prática da ‘rachadinha’. Ao todo, foram desviados R$ 2,8 milhões entre 2015 e 2019, na nomeação de assessores fantasmas, em que eles devolviam parte do salário para o esquema”, disse. “Os salários variavam de R$ 6 mil a R$ 18 mil, sendo acordado que os assessores fantasmas ficariam com R$ 300 e devolveriam o restante para os operadores do esquema”, acrescentou.



























