Petistas divergem sobre possível filiação
Os presidentes municipal e estadual da sigla destacaram que o momento não é propício para o debate sobre a eleição de 2018
Barreto disse que há uma tentativa de apropriação da legenda por algumas forças políticas. “O PT não é sublegenda, também não é grupo familiar. As pessoas têm tentado passar que o PT perderá a história e seu legado. Há uma forte onda à direita, mas o PT vai resistir. Não vamos nos submeter à visão patrimonialista ou de sublegenda”, declarou o presidente municipal do PT.
Atualmente, o partido tem focado na organização interna e no Processo de Eleições Diretas (PED), a serem realizadas em março e abril. Os presidentes municipal e estadual da sigla destacaram que o momento não é propício para o debate sobre a eleição de 2018 e que a sigla tem problemas mais urgentes a resolver.
Questionado sobre a possibilidade de receber o aliado no PT, Ribeiro não quis se posicionar. “A gente reconhece a defesa leal à democracia, a Dilma e contra o impeachment. Silvio goza de respeito do partido, mas ele jamais colocou essa hipótese”, ponderou.
Entre os militantes, o nome de Silvio Costa é visto por alguns como positivo por sua defesa ao legado dos ex-presidentes petistas, mas, por outro, é rechaçado por sua posição favorável à Proposta de Emenda à Constituição 241 (PEC do Teto de Gastos), que o partido foi contra. (FolhaPE)

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