“A paciente está internada em isolamento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, referência no tratamento de doenças infectocontagiosas, apresentando boa evolução do quadro clínico”, informou a Secretaria de Saúde de São Paulo.
O ministério informou que, “até o presente momento não foram identificados casos secundários, a equipe de vigilância municipal mantém o rastreamento de possíveis contatos”. Disse também que acompanha o processo de investigação e mantém contato com as secretarias Estadual e Municipal de Saúde de São Paulo.
“Entre as medidas adotadas destacam-se a comunicação à Organização Mundial da Saúde (OMS), o reforço da rede de vigilância epidemiológica, e o acompanhamento da busca ativa de pessoas que tiveram contato com a paciente”, afirma o ministério.
Em 2024, foram registrados 1.126 casos de Mpox no estado de São Paulo, sem nenhum óbito associado à doença. Neste ano, até esta sexta-feira, 7, 115 casos foram confirmados.
A transmissão de Mpox entre seres humanos ocorre, principalmente, por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas.
A doença causada pelo mpox vírus (MPXV) provoca os seguintes sintomas: manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, podendo estar associadas a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse.



























