Secretário de Governo de Chorrochó diz que município consegue superar a crise com planejamento
Ação Popular
Os prefeitos reclamam da falta de recursos para custeio, manutenção e investimentos, devido a queda de repasses no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e aos encargos dos programas sociais repassados pela União. Mas alguns dos prefeitos conseguiram manter a administração dentro dos padrões de satisfação, apesar da crise, devido ao planejamento realizado desde o início do ano.
![IMG_20151016_132236656[1]](https://acaopopular.net/jornal/wp-content/uploads/2015/10/IMG_20151016_1322366561-464x261.jpg)
Esse é o caso do município de Chorrochó na Bahia. O Secretário de Governo, Humberto Ramos, disse que o poder público se preparou para as dificuldades. “Adotamos esta forma de governar e acho que isso tem feito a diferença. Esperamos que isso passe rápido para que o Brasil continue crescendo.Temos que planejar bastante porque não temos recursos próprios, o município sobrevive basicamente do repasse do FPM”.
Ele informou que teve que reduzir e priorizar gastos, administrar o pouco para manter a gestão. “Reduzimos certos gastos para que o município continue funcionando, ainda não reduzimos salários de servidores por conta quem já ganham muito pouco e ainda reduzir”.
Diante da estiagem prolongada, ele frisou que o município está bem assistido. “A Prefeitura e o Exército estão fazendo o abastecimento através de carros pipas, estamos recebendo algumas ajudas também do Governo Federal e Estadual. Além disso, quase todas as casas da cidade já contam com cisternas, o que ajuda bastante no abastecimento de água”.
“Através de algumas Emendas do deputado Federal Mario Negromonte conseguimos fazer limpezas de aguadas, construção de poços artesianos, creches, quadras, entre outras ações”, acrescentou.
Questionado se o mesmo vai disputar as eleições em 2016. “O grupo tem vários candidatos e nós vamos sentar e decidir quem vai ser, toda vida política da gente é assim, só iremos saber quem será o candidato depois que nos reunirmos. Na gestão anterior eu fui contra Juvenal e em 2012 se juntamos com Juvenal, a política é assim”, concluiu.

























