Weintraub rebate editorial do Estadão: “Eles deveriam se preocupar com as assinaturas que não param de cair”

No editorial, o Estadão pede a imediata demissão de Weintraub e diz que “até para os padrões do bolsonarismo – que estabeleceu novo patamar de insalubridade nas redes sociais – o ministro cruzou a linha vermelha”

Abraham Weintraub e Bolsonaro (Foto: Gabriel Jabur / MEC)

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, usou de seu estilo troça para rebater o editorial do jornal O Estado de S.Paulo desta terça-feira (19), que prega a saída imediata dele do comando da pasta.

“Minha opinião sobre o editorial: 🤣🤣🤣… Acho que eles deveriam se preocupar com as assinaturas que não param de cair 🤣🤣🤣”, tuitou Weintraub, após receber a solidariedade de parlamentares bolsonaristas, como Carla Zambelli (PSL-SP) e Carlos Jordy (PSL-RJ).

Abraham Weintraub

@AbrahamWeint

Minha opinião sobre o editorial: 🤣🤣🤣… Acho que eles deveriam se preocupar com as assinaturas que não param de cair 🤣🤣🤣

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No texto, o Estadão aponta que “sua errática gestão – se assim pode ser chamada – à frente de um dos mais importantes Ministérios já seria razão suficiente para sua substituição por quadros mais qualificados, e estes não faltam no País”.

De acordo com o jornal, no entanto, há outras razões para tal. Para o Estadão, “não é de hoje que o ministro se porta em desacordo com a decência que deve pautar a conduta de um servidor do primeiro escalão da República”. O texto recorda que “até para os padrões do bolsonarismo – que estabeleceu novo patamar de insalubridade nas redes sociais – o ministro cruzou a linha vermelha”.

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