Lei Maria da Penha: Coordenador de campanha do PCdoB em Uauá é acusado de agredir mulher

Ação Popular (AP)

O desespero político de alguns membros do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), em Uauá se tornou um verdadeiro caso de polícia por duas vezes em menos de 48 horas. O primeiro se deu com uma pesquisa encomendada que foi divulgada na sexta-feira (19), a qual foi classificada pelos opositores como ‘manipulada’, o outro fato está relacionado à crime baseado na Lei Maria da Penha, por agressão supostamente praticado por um dos coordenadores da campanha do candidato a prefeito Lindomar Dantas (PCdoB), e um dos lideres do partido no município, conhecido por Maurílio da Silva Lima.

agressao a mulher

Segundo a funcionária pública municipal, senhora Gabriela Oliveira da Silva, conhecida por Gabi, ela e uma amiga decidiram parar em frente a um bar para ouvir músicas que estavam sendo tocadas em um ‘paredão’ no último domingo (21), por volta das 4:30h da manhã, quando foi surpreendida com agressão e acusações.

“Assim que chegamos, ele saiu de sua mesa e veio em minha direção perguntando como eu iria votar em um partido que só tinha ladrões”. Já desconfiada por está usando uma blusa com adesivo do 11, ela rebateu alegando que não tinha a ver com política e que estava exercendo o direito de cidadã. Ela afirmou que Maurílio chegou a acusar um amigo da administração municipal de ladrão. “Eu perguntei a ele se provava o que estava dizendo, pois eu considero essa pessoa como uma pessoa descente e um irmão”.

Gabi disse que foi surpreendida quando pediu a pessoa para sair e que não iria receber criticas de uma pessoa desconhecida. “Quando eu falei isso, ele jogou o copo de wisk em meu rosto  e já foi me agredindo com empurrões, tentou me dá murros quando foi segurado pelo pessoal que estava presente”. Mesmo depois da briga, Gabi afirma que o coordenador da campanha de Lindomar Dantas fazia ameaças e chantagens emocionais de sua mesa. “Depois ele voltou para a sua mesa fazendo ameaças apontando o dedo  e dando risada. Eu fiquei com medo e esperei a festa acabar para poder sair (…) As pessoas que estavam com ele conseguiram tirá-lo do local”.

Como mãe de família, ela ficou emocionada. “Isso é terrível, principalmente para meu filho, para meu esposo que estava ausente. Nunca pensei em passar por uma situação como esta em minha vida. Até hoje estou abalada”.

Preocupada, ela decidiu levar o caso à Delegacia de Polícia. “Já fui na delegacia prestar queixa, fiz corpo delito e estou contratando advogado para entrar com ação na justiça”, concluiu.

Fica aqui o espaço reservado para Maurílio se manifestar.

 

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