Eduardo também aproveitou para se cacifar, mais uma vez, para a disputa presidencial do próximo ano, mesmo habitando território estrangeiro. O parlamentar do PL afirmou, em entrevista para Paulo Capelli, do Metrópoles, que uma eventual vitória de Tarcísio para a presidência da República, ainda que derrote o PT, não deverá ser considerada um triunfo da direita conservadora, fração ainda liderada por seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Quem vai ser o candidato eu não sei, mas eu também vejo vitória na derrota. Se eu conseguir uma candidatura, se me deixarem concorrer, seria uma candidatura competitiva. Várias pesquisas dão conta disso. Ainda que, de maneira arriscada, apostássemos e eu viesse a perder, ainda assim seria um êxito. Êxito de manter acesa a chama do conservadorismo, da direita”, disparou o ainda deputado, que completou.
“Passaram a apresentar Tarcísio como sendo esse candidato […] Dentro do jogo politico, ele acha que já tem todos os votos da direita e busca apoiar o centro e até por vezes uma brecha com a esquerda. Ele não tem nenhum secretário conservador, bolsonarista. O Tarcísio sendo eleito é uma vitória da direita? Não é”, afirmou Eduardo Bolsonaro.
Tarcísio será candidato?
Segundo apurações do Portal A TARDE, Tarcísio hoje é o nome favorito do ex-presidente Bolsonaro, inelegível, para concorrer à presidência. A ideia, no entanto, é segurar o anúncio até o início de 2026.
De acordo com um dos nomes consultados pelo Portal A TARDE, o objetivo é manter Bolsonaro, já condenado pela trama golpista, em evidência nos holofotes até os ’45 do segundo tempo’.
Brigas recentes
Eduardo Bolsonaro e Tarcísio de Freitas já se estranharam recentemente. Em um dos episódios, o deputado fez críticas ao governador de São Paulo, principal aliado de Bolsonaro, por seu posicionamento diante do impasse comercial protagonizado por Brasil e Estados Unidos.




























