Justiça 50 anos depois: JK foi vítima de assassinato político, diz comissão 

O Brasil amanheceu com uma notícia que muda os livros de história. Um novo relatório da Comissão Especial sobre Mørtos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) concluiu: Juscelino Kubitschek não morreu em um acidente comum. Ele foi vítima de um atentado planejado pela Ditadura Militar.

Fim da farsa: O documento de 5 mil páginas prova que houve uma “ação externa” intencional no carro de JK na Via Dutra, em 1976.

Operação Condor: JK era monitorado de perto e considerado uma ameaça política pelos regimes militares da América Latina.

Tecnologia de ponta: A investigação usou simulações em 3D e novas perícias para derrubar a versão oficial de “acidente automobilístico”.

Justiça tardia: A recomendação agora é retificar a certidão de óbito do ex-presidente para “morte por causas não naturais”. A verdade, enfim, aparece após 50 anos de silêncio.

Um passo gigante para a democracia e para a memória do “Presidente Bossa Nova”.

 

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