Bolsonaro, uma estrela que se apaga

Por Rogério Mota*

Num período de quase 15 anos, os brasileiros estavam vivenciando uma vergonha enorme do seu País, estavam diariamente assistindo por noticiários, pelas redes sociais e pelas bocas de todos: corrupções; desmantelos em várias empresas; a Petrobras, orgulho do Brasil, sendo sucateada e um Governo Federal sendo investigado por promotores/procuradores e juízes federal, homens que estudaram e tiveram os méritos de através de concursos serem nomeados. Nasceu aí o Mensalão e a Lava-Jato.

Histórias e mais histórias de roubos contadas por assessores de confiança desse mesmo Governo Federal mostraram as caras para contar a verdade. Dinheiro sendo devolvido em milhões e mais milhões por garantia de penas judiciais menos severas.

Chegam as eleições de 2018. Aparecem diversas opções de candidatos com histórico “inabalável” e aqueles que simplesmente queriam o poder pelo poder.

Para encurtar essa crônica, vamos direto para o mais importante; o que todos os brasileiros queriam: sair dessa vergonha mundial e trazer o Brasil para ser uma Nação respeitada.

Surgiu o Jair Messias Bolsonaro, candidato popular e com grande experiência política. O povo o escolheu. Foi uma das maiores oportunidades de se tornar um estadista, mas veio uma crise financeira mundial e a terrível pandemia da Covid-19.

O presidente eleito Jair Bolsonaro não soube aproveitar, não teve a habilidade de ser “presidente”. Misturou tudo: família com filhos falando besteiras e ele próprio também falando besteiras sem um partido que o representasse e tome a arengar com todos, até com os outros poderes do Brasil, principalmente o famigerado e inaceitável STF.

Apagou a estrela e a oportunidade de dar continuidade ao Brasil se ver livre das corrupções, dos comunistas e dos socialistas enganadores.

Infelizmente a estrela apagou e vamos ter muita paciência de aguentar arruaças por mais quatro anos.

Deus acima de tudo!

*Jornalista

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