Cigarro eletrônico de maconha é opção para fumar sem ser multado nos EUA
Se a discrição é o principal trunfo do cigarro eletrônico de tabaco frente ao cigarro comum, no caso da maconha, uma versão “clean” do baseado vem demonstrando ter ainda mais apelo.
No Colorado, primeiro Estado americano a legalizar a venda da erva para uso recreativo, desde o último dia 1º, a novidade tem se disseminado rapidamente, principalmente diante da proibição de fumar maconha, da forma tradicional, em locais públicos.

Empresa pioneira na fabricação do cigarro eletrônico de maconha, a Open Vape diz vender hoje um cartucho a cada 20 segundos nos três Estados em que atua: Colorado, Washington –que vai começar a vender cannabis para uso recreativo até o meio do ano–, e Califórnia, onde o uso medicinal é legal.
O grupo quer expandir o negócio até o fim do ano para outros dez Estados que também têm o uso medicinal permitido, como Illinois e Massachusetts. “No Colorado, a lei diz que você não pode fumar em público, mas não há lei que proíba fumar cigarro eletrônico de maconha em público”, destaca Todd Mitchem, vice-presidente executivo da Open Vape.
O funcionamento da “caneta”, como foi apelidada, segue a mesma lógica da de um cigarro eletrônico de tabaco: o usuário aspira, acionando um sensor interno que aquece o líquido dentro do cartucho e gera vapor. O vapor é então é inalado. A recarga é feita por meio de uma saída USB. (Folha)


























