Descoberta da pólvora

Buscando preservar a vida, criaram o que mais a tirou
A pólvora foi inventada na China, por volta do século IX, durante a dinastia Tang. Os inventores foram alquimistas chineses que buscavam o elixir da imortalidade, uma substância mágica que, segundo acreditavam, daria vida eterna. Mas, ao misturar nitrato de potássio (salitre), enxofre e carvão, eles acabaram criando algo explosivo: a pólvora negra.
O primeiro registro escrito da pólvora aparece em um texto chamado Zhenyuan miaodao yaolüe, por volta de 850 D.C. e dizia algo como: “Certas pessoas misturaram enxofre, salitre e carvão, resultando em fumaça e chamas que queimaram suas mãos e rostos.”
No início, era usada em fogos de artifício para rituais religiosos e celebrações. Mais tarde, os chineses passaram a usar em lanças de fogo, granadas de mão e foguetes rudimentares.
No século XIII, a pólvora chegou ao mundo islâmico e à Europa, através da Rota da Seda e das guerras. Na Europa, passou a ser usada em armas de fogo, canhões e estratégias militares, mudando para sempre os campos de batalha.

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