Em nota, Apolo nega ser operador de propinas
Por meio de nota, o empresário Apolo Santana Vieira negou, nesta sexta-feira (3), ser operador financeiro de propinas através de lavagem de dinheiro em contas correntes no exterior e que tenha tratado com políticos sobre propina.
“Nesta condição de empresário, não sou nem nunca fui fornecedor de qualquer produto ou serviço para órgãos públicos em qualquer das esferas de governo. E apesar da inclusão do meu nome na Operação Blackout, nas centenas de delações realizadas no bojo da Operação Lava Jato, meu nome nunca foi citado em nenhuma delas”, afirmou Vieira. A nota afirma que o empresário atua na importação e distribuição de pneumáticos, além de investir em outras áreas, a exemplo de pescados, cosméticos e securitização de títulos.
O empresário ainda afirmou que não recebeu qualquer recurso oriundo de propina do contrato do navio sonda da Petrobras 10.000 e que não manteve nenhuma relação empresarial ou pessoal com as pessoas citadas ou envolvidas na Operação Blackout.
Sobre as posição financeiras mantidas no exterior, Apolo Santana Vieira declarou que elas não têm relação com lavagem de dinheiro.
“Elas não têm nenhuma relação com lavagem de dinheiro para operação de propina. Todas foram devidamente declaradas e incluídas na Lei nº 13.254/2016 que instituiu o repatriamento de recursos mantidos no exterior através do Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT)”, afirmou.
Ainda segundo o texto, o advogado que representa o empresário, Ademar Rigueira, informou que apresentará todos os dados cabíveis sobre o assunto às autoridades judiciais, no momento oportuno.



























