“Até quando vai ficar em silêncio sobre esse dia histórico (Moraes e Magnitsky)?”, escreveu um seguidora. “Nem uma palavra, Governador? A maior democracia do mundo puniu um membro do nosso STF por desrespeito aos Direitos Humanos, e o Sr não fala NADA? Onde está a cobrança ao nosso Poder Judiciário? Onde está a pressão aos Senadores para pautarem impeachment de Ministros do STF?”, escreveu outro.
Nas redes sociais, Caiado fez publicações sobre a redução no índices de criminalidade de Goiás. Zema também não fez publicações sobre o tema. Na terça-feira, ele havia dito, em um post no Instagram, que seu governo trabalhava “para minimizar o prejuízo causado pelo governo federal via tarifaço”. Outro presidenciável da direita, o governador do Paraná, Ratinho Júnior, também não fez publicações sobre as tarifas de Trump ou sobre as sanções contra o ministro do STF. Nas redes, Cláudio Castro (PL) também evitou se manifestar.
Antes do anúncio das novas medidas, o pastor Silas Malafaia, um dos principais aliados do ex-presidente Bolsonaro, publicou nas redes sociais um vídeo em que critica os governadores de São Paulo, Goiás e Paraná por não se posicionarem contra o ministro Alexandre de Moraes.
Malafaia relembrou um outro vídeo, publicado na segunda-feira, em que também critica o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), pelas mesmas razões. Desta vez, o pastor voltou atrás: “Ele (Zema), sim, já fez críticas a esse inquérito, que é uma farsa, fazendo críticas ao Alexandre de Moraes e ao STF. Tem vídeos da fala dele, então eu retiro o Zema dessa lista”.
Segundo o pastor, embora os outros governadores façam críticas ao presidente Lula, eles “não falam nada” contra o ministro e o Supremo como um todo.
“Eu não sou inimigo deles. Eu estou fazendo uma constatação real, que eles omitem qualquer crítica ao Moraes e também ao apoio do STF às aberrações desse ditador”, afirmou Malafaia.



























