A pergunta que não pode calar
Por que o Ministério Público do Estado de Pernambuco age no combate ao nepotismo e na Bahia não se vê a mesma ação?
Os gestores deveriam abster-se de nomear como ocupantes de cargos comissionados ou funções de confiança os cônjuges, companheiros ou parentes até o terceiro grau da autoridade nomeante e de agentes públicos investidos nas atribuições de chefia, direção e assessoramento. Mas o que se vê na Bahia, inclusive na região Norte do Estado é o empreguismo escancarado.




























