Professora vítima da chacina nazifascista no Espírito Santo era ativista dos movimentos sociais
MST fez uma postagem ressaltando importância da ativista Flávia Amboss na luta pelos atingidos por barragens

Flávia Ambos infelizmente não conseguiu resistir aos ferimentos e faleceu neste sábado (26), após ser alvejada na chacina orquestrada pelo jovem nazista de 16 anos, que disparou sua arma em duas escolas na cidade de de Aracruz, município do Espírito Santo.
Em postagem nas redes sociais, o MST destacou o ativismo de Flávia, que era militante do Movimento dos Atingidos por Barragens.
“Professora, Flávia faleceu neste sábado (26), vítima do ataque nazifascista em Aracruz (ES), não resistindo após uma série de cirurgias. Militante valorosa do MAB no Espírito Santo, Flávia nos deixa fisicamente, mas seguirá conosco na luta contra todas as formas de violência”, diz a postagem.
“O MST repudia os acontecimentos nas escolas, que assassinou professoras e estudantes e deixou diversos feridos, em um ato de extrema crueldade, fruto da cultura de ódio estimulada pelo atual governo”, acrescenta a organização.
O atentado cometido por um adolescente de 16 anos em duas escolas de Aracruz, município do Espírito Santo, vitimou quatro pessoas.
O atirador usava uma roupa camuflada com a suástica nazista estampada no peito. Ex-aluno da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Primo Bitti, ele estava armado com uma pistola .40 da Polícia Militar, que pertence ao seu pai, e um revólver 38, além de três carregadores.
Segundo o site ES360, no perfil do Instagram do pai do adolescente é possível ver a recomendação de leitura do livro Minha Luta, de Adolf Hitler.
Na legenda da postagem, o pai do adolescente escreveu: “Ler é uma das chaves de expansão da consciência.

























