Os rumos da política de Pernambuco em 2018 dependerão em grande parte do parecer do deputado Baleia Rossi (PMDB-SP) sobre o pedido de dissolução da secção peemedebista de Pernambuco apresentado na executiva nacional pelo ex-secretário de governo da prefeitura de Petrolina, Orlando Tolentino, assessor do prefeito Miguel Coelho. Tolentino fez o pedido alegando que o PMDB de Pernambuco estaria estagnado. Tem apenas dois deputados federais (Jarbas Vasconcelos e Kaio Maniçoba), três estaduais (Ricardo Costa, Tony Gel e Gustavo Negromonte) e 17 prefeitos, entre os quais Clebel Cordeiro (Salgueiro) e Altair Júnior (Palmares).
Registre-se que Kaio não foi eleito pelo partido e sim pelo PHS e que Gustavo está na Alepe na condição de suplente. Se o parecer de Baleia Rossi for pela dissolução do diretório, o presidente Romero Jucá o colocará em votação e, se porventura for aprovado, uma comissão provisória será designada tendo o senador Fernando Bezerra Coelho como presidente. Se, por outro lado, o parecer for pelo arquivamento, Bezerra Coelho e seus dois filhos, Fernando e Miguel, terão ficado no mato sem cachorro, o que certamente os obrigaria a trocar de partido, pois a convivência com Jarbas Vasconcelos tornou-se impraticável.
Elegância, já
Autor do pedido de dissolução do PMDB-PE, o ex-secretário de governo da prefeitura de Petrolina, Orlando Tolentino (PMDB), tem feito referências ao vice-governador Raul Henry com expressões não compatíveis com um político elegante. Divergir no campo político e uma coisa e atacar o adversário no campo pessoal é outra muito diferente. (Inaldo Sampaio)




























